Constituído em 1996, o Grupo de Fado de Coimbra VERDES ANOS, resulta de um envolvimento cultural e académico marcante de cada um dos seus membros nas várias facetas ambientais de Coimbra. Todos foram estudantes em Coimbra, tendo integrado activamente organismos como o Orfeon Académico da Universidade de Coimbra, a Tuna Académica da Universidade de Coimbra e a Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra. No ano 2000 actuaram pela última vez na Serenata Monumental da Queima da Fitas encerrando assim a sua actividade académica e em 2001 gravaram o seu primeiro trabalho discográfico.
Os VERDES ANOS contam com inúmeras participações em eventos culturais de toda a espécie por todo o continente e ilhas (entre os quais na EXPO 98, RTP, Estações de rádio, Câmaras Municipais, Homenagens a personalidades ligadas à música de Coimbra, etc..) e estrangeiro (Itália, Espanha, Reino Unido, Macau, França, Alemanha e Japão). Em 2007 passaram a disponibilizar o serviço de RSS no seu website
Iniciou a carreira de cantor em Coimbra em 1996 na TAUC. Enquanto intérprete, especializou-se em temas da época de ouro do Fado, com especial relevo para os temas de Edmundo Bettencourt e António Menano. É considerado um interprete conceituado das baladas de José Afonso e Adriano Correia de Oliveira. Dinis é também poeta e escreveu alguns poemas originais do grupo VERDES ANOS. Licenciou-se em Filosofia pela Universidade de Coimbra. Em 1996 esteve na fundação dos Verdes Anos.
Gonçalo Mendes (Voz)
Iniciou a carreira de cantor no Orfeon Académico de Coimbra, um dos mais prestigiados coros de Portugal, destacando-se enquanto solista, e foi na mesma qualidade que ingressou na Estudantina Universitária de Coimbra . O seu primeiro contacto com a música foi através do piano, o qual estudou no Conservatório. O seu repertório é extenso, destacando-se a sua interpretação do Fado Hilário e diversos temas de Luiz Góes. Gonçalo foi o autor de vários temas dos Verdes Anos, salientando-se a Primeira Afinação . Licenciou-se em Eng. Mecânica pela Universidade de Coimbra e integrou os Verdes Anos em 1996.
Rui Seoane (Voz)
Durante o seu percurso académico pertenceu à Tuna de Medicina da Universidade de Coimbra , da qual foi membro fundador. Foi aluno das escolas da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra . Enquanto intérprete, especializou-se no repertório dos anos 60 e 70 dos sec. XX. Rui é actualmente regente do coro de Penela e membro do coro João de Deus. Licenciou-se em Medicina Dentária na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra . É elemento fundador dos VERDES ANOS.
Miguel Drago (Guitarra Portuguesa)
Iniciou a aprendizagem da guitarra em 1989 na Escola do Chiado com o Mestre Jorge Gomes. Integrou o Grupo de Fados da TAUC de 1991 a 1994. Leccionou aulas de Guitarra Portuguesa nas Escolas de Música da TAUC e da Secção de Fado da A.A.C. entre 1995 e 2000. Durante a digressão dos VERDES ANOS ao Japão, realizou um workshop de guitarra em Toquio. Participou na gravação de 4 albums de fado de Coimbra e guitarra Portuguesa e gravou recentemente com a cantora Vivane. Licenciou-se em Economia na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e integrou os VERDES ANOS em 1997 e toca numa guitarra do construtor Gilberto Gracio.
Luís Barroso (Guitarra Portuguesa)
Durante o seu percurso Académico integrou em Coimbra, como músico: estudantina universitária de coimbra, orfeon académico de coimbra , orquestra pitagória, orquestra típica da secção de fado e diversos grupos de fados. Iniciou a aprendizagem da Guitarra de Coimbra com o mestre JORGE GOMES em 1994. Entre 1998 e 2001 leccionou aulas de Guitarra Portuguesa. Frequentou o 4º ano do Conservatório de Música de Coimbra, como aluno de Guitarra Portuguesa. É guitarrista residente, da CASA DE FADOS “A CAPELLA” da qual é sócio. Licenciou-se em Engenharia de Minas na Universidade de Coimbra . É elemento fundador dos VERDES ANOS e toca numa guitarra do construtor Gilberto Gracio.
João Magalhães Martins (Guitarra Clássica)
Iniciou os seus estudos no Conservatório de Música de Coimbra na classe de Guitarra Clássica do professor Graciano Pinto, completando o 8º grau desta disciplina com o mesmo professor no ano de 1999. Participou em cursos de aperfeiçoamento com os professores Paulo Amorim, Paulo Vaz de Carvalho e José Pina. Foi membro do Orfeon Académico de Coimbra . Licenciou-se em Engenharia Electrotécnica na Universidade de Coimbra. Presentemente realiza o doutoramento na Universidade de Plymouth (Reino Unido) em Computação Musical. Integrou os VERDES ANOS em 1998 e toca numa guitarra do construtor Rene Baarslag.
Festas em Portugal DE NORTE A SUL DO PAIS Ar Livre, Arraiais, Aniversários, Associações Desportivas, Associações de Reformados, Baptizados, Casamentos, Campos de Futebol, Clubes Recreativos, Discotecas, Espaços Públicos, Escolas, Esplanadas, Feiras e Romarias, Festas de Natal, HOTEIS, Parques de Campismo, Pavilhões, Ringues, Restaurantes, entre outros
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Bem-vindos! Obrigado pela Amizade. Que sejam felizes! "Ser feliz é caminhar com Amor e Sabedoria"! A Humanidade não sofre por falta de amor, mas sim por falta de entendimento espiritual! Os valores éticos, morais, e em suma, os espirituais, que são imperecíveis e infinitos, é que nos fazem seres superiores aos animais nossos irmãos menores. Assim, espíritos em evolução como todos nós somos, com amor, conhecimento e iluminação interior, mais rápido caminhamos na longa e indefinível caminhada até à nossa destinação marcada na nossa formação genética e fruto da legislação global do Universo que é a condição de Arcanjo! Todo o Arcanjo já foi homem e todo o homem será Arcanjo - esta é a Lei Cósmica! Muita Paz! Muita Luz! Fraternalmente, sou, Guilherme de Abreu Correia (Escritor Espiritualista Universalista) Funchal - Ilha da Madeira (PORTUGAL)
Atreve-te a julgar. Julga os outros julgando-te a ti mesmo. A natureza das coisas é a tua natureza. Respira-te, despe-te, faz amor com as tuas convicções, não te limites a sorrir quando não sabes mais o que dizer. Os teus dentes estão lavados, as tuas mãos são amáveis, mas falta-te decisão nos passos e firmeza nos gestos. Procura-te. Tenta encontrar-te antes que te agarre a voracidade do tempo. Faz as coisas com paixão. Uma paixão irrequieta, que não te dê descanso e te faça doer a respiração. Aspira o ar, bebe-o com força, é teu, nem um centavo pagarás por ele. Quanto deves é à vida, o que deves é a ti mesmo. Canta. Canta a água e a montanha e o pescoço do rio, e o beijo que deste e o beijo que darás, canta o trabalho doce da abelha e a paciência com que crescem as árvores, canta cada momento que partilhas com amigos, e cada amigo como um astro que desponta no firmamento breve do teu corpo. E canta o amor. E canta tudo o que tiveres razão para cantar. E o que não souberes e o que não entenderes, canta. Não fujas da alegria. A própria dor ajuda-te a medir a felicidade. Carrega nos teus ombros os séculos passados e os séculos vindouros, muito do pó que sacodes já foi vida, talvez beleza, orgulho, pedaços de prazer. A estrela que contemplas talvez já não exista, quem sabe, o que te ajudou a ser vida de quantas vidas precisou. Canta! Se sentires medo, canta. Mas se em ti não couber a alegria, não pares de cantar. Canta. Canta. Canta. Canta. Canta. Constrói o teu amor, vive o teu amor, ama o teu amor. De tudo o que as pessoas querem, o que mais querem é o amor. Sem ele, nada nunca foi igual, nada é igual, nada será igual alguma vez. Canta. Enquanto esperas, canta. Canta quando não quiseres esperar. Canta se não encontrares mais esperança. E canta quando a esperança te encontrar. Canta porque te apetece cantar e porque gostas de cantar e porque sentes que é preciso cantar. E canta quando já não for preciso. Canta porque és livre. E canta se te falta a liberdade.
Da minha pobre alturia. A uma amizade forte e amiga.
Adeus ò Coimbra
Adeus ò Coimbra, Da Universidade velhinha, Onde os Doctores e o fado mora. Adeus minha cidade que encanta, Do choupal à Rainha Santa, Só a saudade fica.
Adeus ò Coimbra, Com tradições e memórias viva, De uma grande escola. Dos estudantes doctores à fama, Povo amigo fiel, à tricana, Da mocidade vivida.
Adeus ò Coimbra, Do Mondego que passa e não mora, Lento vagueia aprecia a sua História. Dos jardins dos amores que rolou e rola, Que a Lapa ouve e não fala, Nesta Cidade fica
Adeus ò Coimbra, Da alta, á baixa, ruas, artérias, becos guarida, Dos copos nas tasquinhas, fado, a sernata rendida. Canta uma voz com a guitarra ferida grita, Aos cantos da cidade, aos amores, beleza antiga, Que a alma sente, chora, de alegria emigra.
Vocês fizeram-me uma agradável surpresa. Depois de me adicionar como amiga, entrei na vossa página e ouvi um fado de Coimbra. Fantástico. Adoro fados de Coimbra. Obrigada e Parabéns
FELIZ NATAL cheio de harmonia, amor e alegria junto daqueles que mais amem! Um PROSPERO ANO NOVO com tudo de BOM! Desejo as maiores felicidades para o grupo! Bjoca GRANDE >*
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